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Ronaldo Fraga: Caderno de Roupas, Memórias e Croquis

Saiba mais sobre a exposição que chegou a Porto Alegre nesta semana.

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Acontece Pompéia novembro, 2016

 

De 09 de novembro a 11 de dezembro, quem passar pela Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, poderá conferir de perto a exposição Caderno de Roupas, Memórias e Croquis, de Ronaldo Fraga. A edição gaúcha – que também é a última – apresenta processos e registros gráficos do estilista e conta com o patrocínio das Lojas Pompéia.

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No começo da manhã da última terça, Ronaldo Fraga recebeu os integrantes da Escola de Moda Pompéia, para mostrar, em primeira mão os ambientes da mostra que chegou a Porto Alegre. Na ocasião, o estilista, que retornou à capital gaúcha depois de ter lançado uma coleção especial com a marca, contou sobre suas inspirações para desenvolver a exposição que carrega momentos de sua trajetória, durante quase 40 anos de carreira.

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No mesmo dia, cerca de 200 convidados estiveram presentes para conferir mais de perto o trabalho de um dos maiores estilistas brasileiros.

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Na exposição, Ronaldo Fraga apresenta uma visão de sua moda como registro gráfico — assinatura de quem cria e também dialoga com a cultura de um país. A mostra reúne material das 40 coleções do estilista mineiro, presentes nos ambientes da Sala Augusto Meyer, na Casa de Cultura Mario Quintana.

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Entre croquis, materiais gráficos, vídeos e roupas, as instalações convidam o público a um mergulho no universo e no processo criativo deste multiartista, provoca várias análises da moda como um vetor de reafirmação e apropriação cultural. “Moda é interpretação de texto e contexto social, histórico, econômico e cultural. Moda é técnica, textura, cores, tecidos e negócio. Mas, para mim, moda é antes de tudo a transformação do olhar por meio da escrita pessoal do indivíduo nas suas escolhas do vestir”, comenta Fraga.

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A intenção é desvendar pequenos vestígios de uma escrita particular, desenhadas pelo estilista mineiro e vestidos nos outros. “Por riscos, rabiscos e esboços desenhei histórias absurdas do homem comum. Transformei música, literatura, cultura brasileira e alguns ‘buracos’ do meu tempo em roupas-desenho e desenhos-memória. As mãos do velho-menino-que-conheço desde sempre ainda coçam diante de uma caixa de lápis de cor. A vontade de ilustrar uma nova história para vestir é o que não me deixa descer do balanço, porque este é o meu parque de diversões”, completa.

A mostra, reunindo então 40 coleções, foi apresentada em Belo Horizonte, na Casa Fiat de Cultura, em outubro de 2012, e atraiu mais de 45 mil visitantes.

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Confira mais informações e agende-se.

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Esperamos a sua visita.

 

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